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domingo, 24 de julho de 2011

Vivo inicia operação por rádio no Rio de Janeiro

A Vivo pretende até o próximo mês ampliar para todo o país seu serviço de comunicação via rádio operado atualmente pela Nextel, afirmou o presidente da unidade de mercado individual do grupo Vivo/Telefônica, Paulo Teixeira, nesta segunda-feira.

O serviço, conhecido como Push to Talk (PTT), entrou inicialmente em operação pela Vivo em junho, em Porto Alegre e Curitiba, e foi lançado na última segunda-feira  (18) na cidade do Rio de Janeiro, mercado de forte atuação da Nextel.

A Vivo pretende levar o serviço às demais localidades do país com cobertura da empresa entre e julho e agosto, disse o executivo, acrescentando que a tecnologia vai estar disponível apenas a clientes pós-pagos da operadora.

"Queremos oferecer um 'plus' ao nosso cliente e estamos focando inicialmente em dois segmentos: empresas e jovens, que gostam e precisam falar de forma ilimitada", disse Teixeira. Em referência à Nextel, o executivo comentou que a empresa quer "tirar o concorrente dessa zona de conforto criada ao longo de 10 anos", comentou.

A Vivo tem 63 milhões de clientes no país e atende cerca de 3.600 municípios. Enquanto isso, a Nextel, controlada pela norte-americana NII Holdings, começou a oferecer serviços de push to talk em 1998 no Brasil e atualmente tem uma base de cerca de 3,5 milhões de usuários.

A Vivo, que este ano passou a ser controlada pela Telefónica após a compra da participação da Portugal Telecom, estuda ainda viabilizar no curto prazo serviços de roaming internacional, para que clientes PTT possam falar fora do país. Hoje, a Nextel já tem esse serviço disponível para seus clientes.

"Estamos analisando se vai ser América Latina, do Sul ou Estados Unidos", disse Teixeira sobre o roaming internacional. A Vivo pretende investir 2,5 bilhões de reais este ano no Brasil, afirma a empresa.

A investida da Vivo no mercado de PTT acontece depois que a Nextel anunciou no final de 2010 que vai investir até 5,5 bilhões de reais no Brasil em cinco anos para ter uma rede nacional de telefonia móvel de terceira geração (3G).

Fonte: Info

terça-feira, 5 de julho de 2011

Os 4 erros que levaram o MySpace ao colapso

A News Corp. finalmente desistiu do MySpace, vendendo-o à Specific Media, uma companhia de publicidade online.


O tráfego da rede social despencou nos últimos anos, por isso não chega a ser surpreendente a postura da empresa de Rupert Murdoch, que estava ansiosa para livrar-se do portal e seguir em frente. O valor de transação ficou entre 30 e 40 milhões de dólares, bem menor, portanto, do que os 580 milhões usados em 2005 para adquiri-lo pela primeira vez. Foi um longo caminho até o fundo do poço.


Mas o que levou a rede social mais popular de outrora ao retumbante fracasso em apenas seis anos? Separamos quatro erros que eles não corrigiram, apesar dos sucessivos alertas de que algo deveria ser feito.

 
Spam: você não pode ignorá-lo

Vandalismo, phishing, malware, e spam, obviamente, não foram os únicos problemas do MySpace – muito menos os principais – mas irritavam os usuários. Comentários irrelevantes e perfis fakes eram comuns, as páginas de bandas eram presas fáceis para hackers, e as de grupos eram vítimas constantes de vândalos da rede.

Por não ter conseguido bloquear essas pragas, a News Corp assistiu à sua rede social transformando-se, aos poucos, em um ambiente inóspito.



Mudanças e mais mudanças

Os responsáveis pelo Facebook sabem que os usuários odeiam quando o portal sofre um redesenho e, por isso, alteram pouco a interface da rede social – no máximo, fazem promovem modificações graduais. O MySpace, por outro lado, sempre que se via em apuros, revolucionava seu design. Se o Facebook, que conta com a fidelidade dos usuários, não é ousado nesse sentido, por que seu rival insistia em ser? Achava mesmo que tudo se resolveria ao tirar um ícone aqui para colocá-lo ali?



Navegar não é preciso

Por falar em nova interface, a última do MySpace era uma confusão. Em vez de enfatizar a conexão entre amigos, priorizou a busca por mídias, como músicas, vídeos e games. No entanto, os internautas não têm interesse em procurar conteúdo nas redes sociais, prefere que ele venha até eles.


Veja o Facebook e o Twitter, por exemplo. A vantagem é que as novidades e informações chegam naturalmente. Quando uma página é recomendada, uma notícia, compartilhada, uma música, curtida, o dado chega diretamente ao usuário sem qualquer esforço. A ideia de fazer do MySpace um centro onde novos virais seriam descobertos estava fadada a fracassar desde o começo.



Crianças

Crianças e jovens podem ser uma mina de ouro para a publicidade direcionada, mas não se pode depender deles, afinal, um dia eles crescem. O Facebook entendeu cedo isso e, lentamente, foi expandindo sua audiência a adultos, pessoas já no mercado de trabalho ou, mesmo, fora dele – o público da terceira idade é o que mais cresce.


O MySpace nunca deixou de ser um espaço freqüentado exclusivamente por jovens e, uma vez que eles ficaram adultos, a nova geração, em vez de seguir o mesmo caminho, foi direto para o Facebook.

 Fonte: IDG Now

domingo, 3 de julho de 2011

Abertura de empresas no Rio terá de começar pela web

Desde a ultima sexta (1º), o processo de abertura de empresas no estado do Rio de Janeiro só poderá ser iniciado via internet, por meio do Registro Mercantil Integrado (Regin). Os interessados deverão entrar com o pedido online para saber se o nome do negócio já existe e se no local em que pretendem abrir a empresa há algum empreendimento. Trata-se de uma decisão da Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro (Jucerja).


“Se ele [empresário] não fizer essa pesquisa de nome e de local por meio do Regin, não vamos analisar o processo”, disse o presidente da Junta Comercial do Rio, Carlos de La Rocque. Os pedidos de viabilidade são feitos no endereço eletrônico da Jucerja. As informações vão para a prefeitura do município em que o empresário deseja abrir o negócio. O Poder Público tem dois dias para dizer se a empresa pode ser aberta ou não, ou para apresentar exigências. Todo o processo poderá ser acompanhado no portal da Jucerja.

Segundo Rocque, a maior vantagem do sistema virtual para os pequenos empresários é poder saber, pela internet, se naquele local ele pode montar a empresa. “O Regin agiliza o processo para o empresário e evita gastos”, destacou, ao lembrar que atualmente muitos não fazem a busca prévia do local e, por essa razão, não conseguem o alvará, porque a prefeitura não autoriza a abertura do negócio no lugar desejado.


Em caso de aprovação do pedido de nome e local, o interessado deverá elaborar o contrato social e, depois, ir à Jucerja para dar entrada em pelo menos sete documentos em papel, além de fazer o pagamento dos serviços. No final, terá de pedir o alvará de funcionamento ao Corpo de Bombeiros, à Vigilância Sanitária e à prefeitura.


Até o momento, 12 dos 92 municípios fluminenses estão integrados ao Regin. A Jucerja espera promover a integração de 40 ou 50 municípios até o final deste ano.


A integração completa do sistema, com o número no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), da Secretaria da Receita Federal e a inscrição estadual na Secretaria de Fazenda do Rio de Janeiro, vai ocorrer mais adiante. “Até o final de julho, o CNPJ estará integrado também. É um compromisso que a Receita Federal assumiu. Ao mesmo tempo, nós já estamos trabalhando com a Secretaria de Fazenda para integrar a inscrição estadual”. A previsão é que a secretaria se integre ao Regin até setembro.

O Rio de Janeiro será o quarto estado brasileiro a aderir ao Regin. O sistema já está em vigor no Espírito Santo e em Santa Catarina e começou a ser implantado também na Bahia. De acordo com números fornecidos pela Jucerja, já foram abertas pela internet 930 empresas no Estado até maio deste ano.

Fonte: IDG Now

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